terça-feira, 25 de outubro de 2011

Descristianização: Está surgindo uma geração incrédula, porém somos a Luz em Jesus!

Nos dias de hoje foram removidos os conceitos como eternidade, criação, providência. Darwin subverteu a imagem do Deus Criador.

Falarmos em crise de fé seria uma expressão otimista. Ao que parece esta crise surgiu com a crise dos bancos. Algo que, com oportunas recapitalizações, pode ser posta nos eixos, mas a fé deve ser reposta logo! Este fenômeno em curso no Velho Continente vai muito além a Europa entrou em uma era de descristianização que se espalha rapidamente pelo mundo. 


Na primeira década dos anos 2000 viu-se a afirmação de uma geração que, no seu conjunto, perdeu a memória viva, o vínculo real com o patrimônio cristão. Alguns teólogos têm falado no surgimento da "primeira geração incrédula" afirmando que o cristianismo está se tornando estranho aos homens e às mulheres do nosso tempo. 


Não devemos nos enganar com as declarações de "pertencimento" ao cristianismo que se verificam nas pesquisas. Este pertencimento é sem crença. É meramente sociológico, pois muitos têm buscado as igrejas para serem “aceitos” pelas sociedades das quais estão às margens. 


Temos hoje uma "surdez geral" quando se fala de Deus, de fé, de oração, de comunidade. Não querem nem ouvir, "esses papos de crente chato". Pregações de palavras?! "Sai pra lá isso é coisa de chato!"  Uma atitude que explica, em parte, a escassa participação nos ministérios.


Tem-se uma perda sistêmica dos fundamentos culturais, dos ensinamentos derivados do Antigo e do Novo Testamento. O fenômeno se manifesta ainda na infância, onde a família não exerce mais um lugar de transmissão primária da fé. As famílias não frequentam mais as igrejas, é como dissemos em texto anteriores, estamos nos tornando crentes domingueiros.  


Darwin subverteu a imagem do Deus Criador falando sobre a evolução humana através da ciência. Auschwitz tornou impossível a ideia de que o mal, embora grande, possa ter uma função voltada para o bem. Hoje a ideia do sangue de Cristo como "resgate" de nossos pecados corre o risco de não chegar aos contemporâneos. Por outro lado, muitos  propõem o conceito de verdade absoluta. 


O que vemos nos dias de hoje é que os homens estão aprendendo a viver sem Deus e sem a Igreja. Estão ficando cada vez mais individualistas, pensando em si e em juntar riquezas, esquecendo do amor de Deus pelos homens.


Grande parte dos conceitos bíblicos e teológicos são percebidos como imagens velhas. A Igreja, como um todo, é percebida como antiquada. Infelizmente muitos não aceitam as escrituras e entendem como que seja uma história que não existe. Somente quando o espírito Santo tocar nos corações dos incrédulos é que estes verão e saberão da verdade e vida eterna. Esta que só encontramos no amor de Deus, representado pelo seu filho que se fez homem, Jesus. 

Timoteo 6:7-12 Porque nada trouxe para este mundo, e nada podemos daqui levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes. Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão. Peleja a boa peleja da fé, apodera-te da vida eterna, para a qual foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.


Nenhum comentário:

Postar um comentário